Silêncio...
27/01/2009
22/01/2009
Se fosse...
- Uma Viagem...
" é Viagens na Minha Terra:Gosta de férias e de viajar, mas não há nada como a sua casa. Gosta de ter tudo muito bem programado e não gosta de surpresas. “Vá para fora, cá dentro” é um conceito que lhe agrada deveras..."
- Um Super Herói...
" é Super Homem: Você é o chamado “tipo bonzinho”. Altruísta, pensa sempre primeiro nos nos outros e é extremamente fiel, sobretudo a quem considera o amor da sua vida.Gosto especial por: jornalistas à espera de ser salvas e camisas passadas a ferro.Problemas com: criptonite e lentes de contacto"
- Uma ponte...
"a Ponte Dom Luís: É um clássico. Por vezes, você pode passar despercebido, mas sempre que as pessoas olham para si, não deixam de esboçar um sorriso. Gosta de festas, mas evita as grandes confusões"
- Uma prenda do Pai Natal...
"Paz No Mundo:Estamos perante uma autêntica Madre Teresa de Calcutá. Você é altruista e quer é ver os outros bem. Os bens materiais não lhe importam."
21/01/2009
Falta de moedas.
Fica no Norte?
"-Póvoa do Lanhoso fica no Norte?
- O Avô do Ranhoso? Não sei..."
Mais uma do 70 - 8º... Também podia ter passado na televisão...Não tirem férias não....
- O Avô do Ranhoso? Não sei..."
Mais uma do 70 - 8º... Também podia ter passado na televisão...Não tirem férias não....
Barrac'Abana
"-Sabe o que se vai passar hoje na Casa Branca?
- Sim vem cá a SIC.
- Isso é nesta Casa Branca e na outra?
- Ah!! sei pois, é a tomada de posse do Barrac'Abana"
Sim... foi na SIC, numa entrevista na "nossa" Casa Branca, no Alentejo...
Definições...
"A "falta" é um enorme buraco...
tão grande, que atiramos para lá
tudo aquilo que nos faz bem...
tão escuro, que depois,
dificilmente encontramos o "tudo"
que lá metemos,
quando nos faz falta..."
Algures na Net
tão grande, que atiramos para lá
tudo aquilo que nos faz bem...
tão escuro, que depois,
dificilmente encontramos o "tudo"
que lá metemos,
quando nos faz falta..."
Algures na Net
20/01/2009
Hoje, olhei com olhos de ver para o calendário. Dia 20. Hoje é o vigésimo dia do ano de 2009. E quase nem dei conta que o 2008 ficou para tras, daqui a pouco há um mês... E ainda nem tive tempo para fazer o balanço. Se calhar tenho de "fechar para balanço"... Agora que páro, que páro mesmo, como foi 2008? Acima de tudo um ano de mudanças, de grandes mudanças. Uma descoberta do meu eu e daqueles que me rodeiam. E apesar de tanta dor, perdas, choques, quedas... foi um ano bom. Aprendi muitas coisas durante o estado quase vegetativo em que me refugiei durante uns tempos... conheci a solidão e a pressão da ausência. Conheci-me no silêncio. Revi-me nas lágrimas. Mas também me reencontrei no sorriso, meu e dos outros, nos ombros amigos, nas presenças sempre constantes daqueles que não me deixaram e acreditaram que era capaz de seguir, quando já tudo indicava o contrário. Ficam as cicatrizes, marcas para sempre, para me lembrar de todas as coisas... Nelas reconheci a minha culpa e ganhei "bagagem" para reconstruir aquilo que estou hoje. Andei perdida, mas voltei a reencontrar-se, depois de um upgrade a todo o meu interior.
2008 foi assim. Mas também foi acreditar, acreditar numa nova luz... foi sentir, sentir que estava viva... foi sorrir, sorrir de tudo e de nada... foi sonhar, sonhar com aquilo que nunca se pensou... foi mudar, mudar de vida, mudar de cidade, mudar de casa, mudar de atitude, mudar... Foi correr, correr sempre... Foi acreditar, acreditar que se pode mudar...
No final de contas, 2008 foi tudo. E nada também.
Que 2009 seja o consolidar daquilo que consegui até hoje. Mas prognósticos... só no final do ano... E finalizo com uma frase que caracteriza o dia de hoje numa outra parte do globo: yes, we can!
19/01/2009
Li na net...
... ou de ver um bom filme
... ou de deixar um bom amigo
... ou de deixar o meu cantinho
... ou de ficar quando devia ir
... ou de sorrir quando devia chorar
... ou de ver aquilo que queria sentir
... ou de sentir aquilo que queria ver
... ou de deixar de rir até chorar
... ou de estar em vez de viver
... ou de sonhar quando devia dormir...
1969 - 2009
Parte para sempre o meu primeiro ídolo real... Cedo demais.
Ficam os sons, as letras...
Afinal era Aquário... só podia...
...João Aguardela...

17/01/2009
Sábado...
Dormir q.b e acordar com vontade de mudar este mundo e o outro era coisa que já me estava a fazer falta.... O duche quentinho, seguido do pequeno-almoço do costume. Vestir os jeans mais confortáveis e calçar os ténis (notem a adopção de vocábulos típicos cá do sítio...), passe, MB, e telem para dentro do bolso e... rua! Ver o sol e as pessoas... o mundo! (agora muito melhor, desde que são quatro). Pois é, soube-me bem fazer tudo isto. Mas alguns km depois conclui que realmente não estou no sítio certo. Estou bem, é verdade, mas este não é o sítio certo. Haverá um sítio certo? "Olha que a vida é demasiado curta para estarmos mal onde temos mesmo de estar", disse-me uma vez uma voz amiga... E nunca mais me esqueci. Por isso, e apesar de tudo, foi 5*! O melhor de tudo é a paz. E não andar, mas sim flutuar. Melhor que isto só mesmo dormitar com o sol de inverno a bater na cara, tímido mas quentinho, numa determinada varanda, de uma determinada casa, num determinado sítio que, ou muito me engano, é o sítio certo.
Mas se calhar não existem sítios certos...

Bem... Decidi clicar naquele botãozinho ali em cima que diz "Blog seguinte". O que apareceu foi no mínimo surreal:D http://iyikafa.blogspot.com/ Vejam e boas leituras!!!
Aposto que Ocak é Janeiro ;)
16/01/2009
Lembram-se?
Mais...
... do mesmo... mais choc e mais outras coisas mais... e que outras coisas mais... caso para dizer oh god.. chamem o batman... já que ele anda por aí! Sim, parece que sim... Sempre gostei de capas.. e ja tenho saudades da minha... seja como for... hoje... mais do mesmo... receio que a história se repita e repita e repita...
15/01/2009
Arrumados
Num típico autocarro um típica conversa:
"- E quantos filhos teve?
- Quatro
- Todos rapazes?
- Não, três rapazes e uma menina.
- A menina é a mais nova?
- É.
- E já estão todos arrumados?
- Nem por isso... Ainda tenho dois a viver comigo.
- Ah... os meus já estão os dois arrumados! "
"- E quantos filhos teve?
- Quatro
- Todos rapazes?
- Não, três rapazes e uma menina.
- A menina é a mais nova?
- É.
- E já estão todos arrumados?
- Nem por isso... Ainda tenho dois a viver comigo.
- Ah... os meus já estão os dois arrumados! "
Gravei esta conversa na minha memória porque gostei, especialmente, da parte do "arrumados". E não, não estão todos arrumados... Ainda faltam dois... e pela expressão facial que acompanhou este pequeno comentário, o prazo já começa a acabar... Ou efectivamente já passou. E por isso tudo já parece anormal. Simplesmente porque não se está arrumado... It's life...
13/01/2009
Não resisti em transcrever...
“(…) os Homens são como o chocolate (…)
sedutoras tentações, disponíveis em infinitas variações.
Algumas especializavam-se em parecer dulcíssimos à primeira trincadela,
só para depois revelarem o travo amargo da vertente mais escura.
E eu que adorava especialidades.”
*Tina Grube, no livro “Os Homens são como Chocolate”.
Isto porque voltei às overdoses... um dia destes nem a insulina me salva...
“(…) os Homens são como o chocolate (…)sedutoras tentações, disponíveis em infinitas variações.
Algumas especializavam-se em parecer dulcíssimos à primeira trincadela,
só para depois revelarem o travo amargo da vertente mais escura.
E eu que adorava especialidades.”
*Tina Grube, no livro “Os Homens são como Chocolate”.
Isto porque voltei às overdoses... um dia destes nem a insulina me salva...
Ver...
Voltei a ver... e já há tempo que não via... Voltei a ver! Incrível... Voltei a ver.
Mas quem não voltei a ver foram os marroquinos. Não estavam lá, no sítio do costume, e senti a sua falta. Não estavam lá. Ultimamente sinto falta das coisas que menos falta fazem... Típico...
Mas agora vejo. Mas vejo mesmo! Ando fascinada a descobrir cada coisa que afinal... não via... e agora vejo. E passo e repasso, só para ter a certeza daquilo que vejo. E não via.
Ai, os imortais, os imortais...
05/01/2009
03/01/2009
Hoje, em mais uma das minhas viagens, encontrei esta imagem, com esta frase...

Andava há vários dias com o mesmo pensamento, só ainda não tinha encontrado as palavras certas para o traduzir e manifestar... Este Natal, este que as pessoas criaram, está realmente a tornar-se tão artificial... e superficial... E nesta quadra não entendo a festa, o delírio, a loucura, os gastos incriveis... (talvez porque no meu habitat natural, o Natal - aquele verdadeiro, de amizade, partilha, valores, sorrisos, calor, presentes - repete-se vezes sem conta durante todo o ano...) Estes últimos 8 dias do ano têm sido desculpa perfeita para os excessos... Festejar? sim, óptimo.. mas para quê o exagero? Não é por ser Janeiro que a nossa vida muda... para o bem ou para o mal... Todos os dias nos é dada a hipótese de recomeçar, de festejar, de desistir, de cair, de viver...enfim... Por que não festejar todos os dias? Cada vez mais me sinto "à parte". Eu não sou daqui... mas isso já todos sabem... :)
23/12/2008
16/12/2008
14/12/2008
Nem sempre
"Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tantas vezes o que resta do calor.
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho..."
Era uma vez um pensamento teu
"Era uma vez um pensamento teu
Quase podia ser segredo meu
E teu
Era quem sabe um tempo de inventar
Subir o teu corpo
Cair do teu sonho
E ficar em nós.
Era uma vez um medo que voou
Que se fez asa, sopro, ar
Nunca mais voltou
E eu sem saber porquê fui atrás
E ainda o vi
Esconder-se de ti
Era talvez um tempo de te amar
Era talvez um tempo de sentir.
Era uma vez um pensamento meu
Quase podia ser segredo teu
E meu
Era quem sabe um tempo de inventar
Subires o meu corpo
Caíres do meu sonho
E ficares em nós
Era uma vez um sonho que não sei
Que se fez asa, sopro, ar
Quase lhe toquei
E a pressentir porquê fui atrás
E ainda o vi
A esconder-se em mim
Era talvez um tempo pra te dar
Era talvez um tempo de te amar
O tempo que não foi tempo não passou
O sonho que se fez pele e se guardou
Aqui ficou
Como se fosse sopro, asa, ar
Escondeu-se em nós
E no teu olhar
Fica pra sempre um tempo de te amar
Fica pra sempre um pouco do que sou."
Quase podia ser segredo meu
E teu
Era quem sabe um tempo de inventar
Subir o teu corpo
Cair do teu sonho
E ficar em nós.
Era uma vez um medo que voou
Que se fez asa, sopro, ar
Nunca mais voltou
E eu sem saber porquê fui atrás
E ainda o vi
Esconder-se de ti
Era talvez um tempo de te amar
Era talvez um tempo de sentir.
Era uma vez um pensamento meu
Quase podia ser segredo teu
E meu
Era quem sabe um tempo de inventar
Subires o meu corpo
Caíres do meu sonho
E ficares em nós
Era uma vez um sonho que não sei
Que se fez asa, sopro, ar
Quase lhe toquei
E a pressentir porquê fui atrás
E ainda o vi
A esconder-se em mim
Era talvez um tempo pra te dar
Era talvez um tempo de te amar
O tempo que não foi tempo não passou
O sonho que se fez pele e se guardou
Aqui ficou
Como se fosse sopro, asa, ar
Escondeu-se em nós
E no teu olhar
Fica pra sempre um tempo de te amar
Fica pra sempre um pouco do que sou."
"Vive e deixa viver"
"Os Aquarianos não são da Terra, são de outro planeta ou qualquer coisa. Não são como nós, são estranhos, e eles gostam assim.
Sabem conversar com os animais e com as estrelas, sabem coisas que nós humanos não sabemos, acreditem.
As pessoas pensam que os Aquarianos são esquisitos, mas isso é devido ao facto de os génios serem injustamente acusados de serem malucos. Não se preocupam com o que possamos pensar e não perdem tempo a descobrir. Pensam que é extremamente inventivo fazerem uma casa acolhedora a partir de uma caixa de cartão.
Deixam-nos a sentir bem vindos e estranhos. São o signo do amor fraterno.
Os Aquarianos adoram conhecer novas pessoas. Encontram algo de bom em qualquer pessoa.
A mulher do signo Aquário insiste em ser livre. Como todo aquariano, ela pode alimentar o medo de que o desejo por uma pessoa possa aprisionar seu espírito e a impeça de ser leal ao seu único grande . Muitos astrólogos dizem que daqui a uns 50 anos, o mundo pensará como uma mulher aquariana. E deve ser mesmo. Basta notar que a maioria dos génios visionários eram do signo Aquário ou tinham ascendente aquariano. Só para citarmos alguns exemplos, Galileu foi perseguido por que vivia milénios à frente de sua época, e era do signo Aquário. Thomas Edson, o inventor da lâmpada, foi chamado maluco tantas vezes que talvez só perca com Charles Darwin, mais um aquariano, pai da teoria da evolução. Bem, vamos parar por aqui, não vou falar sobre Abraham Lincoln, Francis Bacon ou Franklin Roosevelt, entre outros. Pode esperar que ela sempre tenha uma opinião franca, mas não tente ensiná-la a viver. Se procura uma mulher louca por paixões, fez a escolha errada. Se ela for uma típica mulher do signo Aquário, a paixão não será seu forte. Ela mulher é muito lógica e ponderada para se impressionar com romances adocicados, declarações de amor ou filmes com finais trágicos, como Romeu e Julieta. Para ela, não faz sentido associar paixão com amor. Ela entende que o amor é harmonia e tranquilidade, mas evita a paixão por saber que ela pode causar dor e sofrimento. Por ser muito individualista e ter uma multidão de amigos e pretendentes, a aquariana não hesita em seguir sozinha, se for preciso.
Apesar de sempre parecer um pouco desligada do mundo, é capaz de captar as coisas que acontecem ao seu redor como um radar. Pode pensar que ela não está a prestar atenção ao que diz, que deve estar no mundo da lua imaginando o porquê da existência humana, e, no entanto ela repetirá tudo o que disse no dia seguinte. Isso vai ensiná-lo de que o processo que elas têm para colher informações é muito maior que sua famosa distracção. Por falar em distracção, ninguém é mais distraído que a mulher de Aquário."
12/12/2008
Os Amigos às vezes dizem coisas... e que coisas... por isso, e a partir de hoje, para além dos meus devaneios e imagens, vou publicar aqui algumas dessas coisas... ditas por Amigos... coisas que ajudam a construir o guião do filme da minha vida.... não interessa quem disse. Apenas interessa que disse...
"Nenhum tempo nem ninguém nos mudou. Iguais. Fiéis a tudo. A nós.”
"Já passaste de Dreams in Colours para Life in Colours?"
"Estou pronta (...) cheguei onde sempre quis: a mim."
"Procura-o no teu coração, ele está lá. Procura nas tuas atitudes, ele está lá. Procura nos teus sentimentos, ele esta lá..."
“Às vezes há coisas que nos alegram a mente mas não interessam à alma. E às vezes o que à alma interessa a mente não vê..."
08/12/2008
05/12/2008
Senti... muito, muito tempo depois... senti... o que já não sabia sentir... e não senti... foi um sentir ao de leve.. mas que ao mesmo tempo bateu forte... e fez interferência.
Nestas alturas coloca-se tudo em causa... e penso: que pessoa complicada tu és... por certo não és daqui...
E a música volta a ter aquele significado... qual será a que se ouve por aí?
Oh.. mas sei que amanhã já não pensarei assim... e tudo volta ao que era.. e nada volta ao que foi... Tudo tem o seu tempo... ou não? pois.. ou não... Porquê agora? E pensar que apenas uma palavra poderia ter significado tudo... ou nada.. mas pelo menos.. por momentos, tinha exerimentado o que era ter tudo. Tudo. Mas... não foi assim... foi diferente.. e afinal... não era esse o caminho.... E aqui sente-se o peso que a palavra Tempo pode ter na vida das pessoas...
Mas... ouve o Palma.. ele é que sabe..."o que lá vai já deu o que tinha a dar"... e pronto... "enquanto houver estrada..."
E a frase... foi mesmo assim... ontem... há muito, muito tempo...
E uma palavra tinha mudado uma vida... ou duas...
03/12/2008
Só um copo...
«É de noite e o Amor está com dúvidas se deve existir. Acabou de entrar abraçado a si mesmo e sentou-se quase ao meu lado, deixando apenas um banco vazio entre nós, no balcão onde bebo um uísque sem gelo. Ainda não foi atendido mas, porque já o vi pelo canto do olho, percebi que se quer enfrascar. Está ansioso. A mim apetece-me mudar de banco e enfrascar-me com ele, mas na verdade já não sei se sou eu que estou a beber uísque ou se é o uísque que me está a beber a mim.
Levanto o copo e vejo nele o meu reflexo. Certifico-me que eu, pelo menos, existo. Uma vez disse a mim mesmo que se o gajo se tornasse a sentar ao meu lado eu levantava-me e saía imediatamente, mas agora, que ele está ali, só me apetece oferecer-lhe um copo.
Ele não se lembra de mim mas eu lembro-me dele. Uma vez passámos uma noite inteira a beber e ficámos amigos. Eu disse-lhe que gostava dele porque com ele os dias maus acabavam bem. Bastava combinar com ele um café ao fim da noite e tudo melhorava. Ele concordou e abraçou-me enquanto me passava uma garrafa quase no fim, mas depois desapareceu e nunca mais voltou.
Tem uma grande lata, o gajo, para se sentar agora mesmo ao meu lado no balcão e nem sequer me cumprimentar. De certeza que está a fingir que não me conhece. Não é possível que não me conheça. E se eu lhe oferecer só um copo? »
27/11/2008
Faz Parte
Faz parte ser um pouco perdido
Faz parte começar outra vez
Faz parte ir atrás dos sentidos
E voar a sentir o mundo na ponta dos pés
Guardas a vida nos braços
Pousas os dias no chão
Brinda sonhos ao relento
Como quem junta os pedaços
De quem é feito o coração
Trazes o tempo desfeito
No que procuras em ti
Se olhares no fundo do peito
Saberás quem és
Mesmo até ao fim

Braga by Me
Segredo
Hoje... um segredo...Encontrei-o! O caminho! Hoje encontrei o meu caminho! E apesar da dor... do altruísmo... da (des)paixão... vou por aqui! Mas é que vou mesmo... sinto. E não quero mapas.. tou farta de ver a meta.. de tão perto que está... quero ir sem destino. Parar onde me apetecer sem pensar no caminho que já fiz e sem saber o que ainda me falta fazer... Porque afinal este é o caminho... Pelo menos hoje, porque amanhã, claro, ja não saberei... Esta está a tornar-se a "frase-mestra"... como a chave... E tudo é coincidência... pura! Para quê pensar? Hoje e agora, quero ir por aqui. Espero ter tempo! Quero mesmo! Encontrei-o... Mas shiuu...é segredo!
20/11/2008
17/11/2008
E a dor voltou.. calma e silenciosa, tal como das outras vezes... entra devagar, quando menos espero.. e instala-se sem pedir licença.. E parece que o mundo acaba. Fico só. Totalmente só...
(A palavra só, só por si arrepia...) A música não está a ajudar. Ela que ajuda sempre... Falta o Palma. Tenho de viver à Palma... Mas a dor voltou. Aquele sentimento, aquele que não tem assim uma definição. Que ninguem entende, que eu escolhi e que sei que quero. Mas que me custa tanto. Não quero voltar a sentir...
Vale-me alguém que mesmo agora, quando eu pensava que já não era possivel, me arrancou um sorriso com uma imagem do passado....Afinal os anjos existem... e este já me salvou uma vez... há muito, muito tempo... Dava tudo por um almoço amanhã, no sitio do costume...
Não sou daqui.. quero voltar... quero mesmo voltar... hoje.. porque amanhã ja não saberei...
Hoje... Só vivo no hoje...
(A palavra só, só por si arrepia...) A música não está a ajudar. Ela que ajuda sempre... Falta o Palma. Tenho de viver à Palma... Mas a dor voltou. Aquele sentimento, aquele que não tem assim uma definição. Que ninguem entende, que eu escolhi e que sei que quero. Mas que me custa tanto. Não quero voltar a sentir...
Vale-me alguém que mesmo agora, quando eu pensava que já não era possivel, me arrancou um sorriso com uma imagem do passado....Afinal os anjos existem... e este já me salvou uma vez... há muito, muito tempo... Dava tudo por um almoço amanhã, no sitio do costume...
Não sou daqui.. quero voltar... quero mesmo voltar... hoje.. porque amanhã ja não saberei...
Hoje... Só vivo no hoje...
14/11/2008
11/11/2008
09/11/2008
07/11/2008
06/11/2008
04/11/2008
02/11/2008
As Palavras ficam Sempre...
“Se me disseres que me amas, acreditarei.
Mas se escreveres que me amas,
acreditarei ainda mais.
Se me falares da tua saudade, entenderei,
mas se escreveres sobre ela,
eu a sentirei contigo.
Se a tristeza vier a consumir-te e me contares,
eu saberei, mas se a descreveres no papel,
o seu peso será menor…”
… e assim são as palavras escritas:
possuem um magnetismo especial, libertam,
acalentam, invocam emoções.
Elas possuem a capacidade
de em poucos minutos cruzar mares,
saltar montanhas, atravessar desertos intocáveis.
Muitas vezes, infelizmente, perde-se o Autor,
mas a mensagem sobrevive ao tempo,
atravessando séculos e gerações.
Elas marcam um momento que será
eternamente revivido por todos aqueles que a lerem.
Viva o amor com palavras faladas e escritas,
mate saudades, peça perdão,
aproxime-se, recupere o tempo perdido.
Insinue-se, alegre alguém,
ofereça um simples “bom dia”,
faça um carinho especial.
Use a palavra a todo o instante, de todas as maneiras.
Sua força é imensurável.
Lembre-se sempre do poder das palavras.
Quem escreve constrói um castelo
e quem lê passa a habitá-lo…”
(Autor Desconhecido).

Castelo Novo by Me
Mas se escreveres que me amas,
acreditarei ainda mais.
Se me falares da tua saudade, entenderei,
mas se escreveres sobre ela,
eu a sentirei contigo.
Se a tristeza vier a consumir-te e me contares,
eu saberei, mas se a descreveres no papel,
o seu peso será menor…”
… e assim são as palavras escritas:
possuem um magnetismo especial, libertam,
acalentam, invocam emoções.
Elas possuem a capacidade
de em poucos minutos cruzar mares,
saltar montanhas, atravessar desertos intocáveis.
Muitas vezes, infelizmente, perde-se o Autor,
mas a mensagem sobrevive ao tempo,
atravessando séculos e gerações.
Elas marcam um momento que será
eternamente revivido por todos aqueles que a lerem.
Viva o amor com palavras faladas e escritas,
mate saudades, peça perdão,
aproxime-se, recupere o tempo perdido.
Insinue-se, alegre alguém,
ofereça um simples “bom dia”,
faça um carinho especial.
Use a palavra a todo o instante, de todas as maneiras.
Sua força é imensurável.
Lembre-se sempre do poder das palavras.
Quem escreve constrói um castelo
e quem lê passa a habitá-lo…”
(Autor Desconhecido).
Castelo Novo by Me
29/10/2008
Hoje apetecia-me, mais uma vez, pegar na mochila e rumar a um sítio especial: Santiago… Esquecer o barulho e a agitação, as pessoas e o mundo… encontrar a Paz… aquela paz do silêncio, aquela paz do som da água, aquela paz do vento, aquela paz do cheiro a terra molhada… essa Paz… Só essa… Aquela que já não vejo há tempo suficiente para sentir saudade. Ih! por falar em saudade... lá emergem em catadupa os pensamentos… daqueles sítios, daquelas pessoas, daqueles momentos de que sentimos saudades… E gostava, não de voltar atrás, mas sim de os poder repetir… Mas tudo tem o seu tempo e “o mundo pula e avança, como bola colorida entre as mãos de uma criança…”. Galiza by A.M.
24/10/2008
To be continued...
?
Que me teria acontecido no dia 22 de Novembro de 2005? Ainda bem que o nosso cérebro tem esta capacidade excelente de "triar" as nossas memórias... Pelo menos tenho tentado treinar o meu para que seja capaz de guardar só o que é bom de guardar... Pelos vistos, este treino está a surtir algum efeito.. não me lembro desse dia 22... E isso faz-me recordar as palavras que li há pouco tempo: " Existem coisas que não servem para nós. Existem coisas que a personalidade acredita fundamentais para uma vida feliz, mas a Alma sabe que não possuem nenhum valor." Juntas vamos lá!
22/10/2008
21/10/2008
"Para que as coisas aconteçam como desejamos é preciso, muitas vezes, um período de provação onde parece que nada tem mais jeito. Nestes momentos temos a impressão que não conseguimos nos comunicar com ou sobre o que queremos. Todo esse sacrifício é necessário para que certas dívidas cármicas sejam queimadas e possamos tomar posse da felicidade que está logo ali à frente..."
Serra da Estrela by Me
20/08/2008
Uma canção passou no rádio
E quando o seu sentido
Se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio
Encontrou num sexto andar
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular
Que a canção estava a falar
E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ninguém soube que ela deu
O que ninguém
Estava lá para dar
Um sopro um calafrio
Raio de sol num refrão
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio
Numa simples canção...
05/08/2008
"As coisas vulgares que ha na vida não deixam saudade;
Só as lembranças que dóem ou fazem sorrir..."
As coisas vulgares... aquelas coisas vulgares a que estamos tão habituados... e que são tão vulgares que nem nos damos conta de que são realmente coisas vulgares... mas se tentamos pensar nelas logo sentimos que são vulgares.... e aí vêm as lembranças...
As lembranças... aquelas que doiem... e as que fazem sorrir... porque demoramos sempre mais nas que dóem?
Só as lembranças que dóem ou fazem sorrir..."
As coisas vulgares... aquelas coisas vulgares a que estamos tão habituados... e que são tão vulgares que nem nos damos conta de que são realmente coisas vulgares... mas se tentamos pensar nelas logo sentimos que são vulgares.... e aí vêm as lembranças...
As lembranças... aquelas que doiem... e as que fazem sorrir... porque demoramos sempre mais nas que dóem?
29/07/2008
(im)Perfeição
27/07/2008
"Serás tu a sombra que olhas no chão
Serás a promessa que trazes na mão
De que serve o teu disfarce e o teu secreto olhar
Se não tens ninguém a quem te revelar
Serás o silêncio ou um sonho desfeito
Será teu o grito que arrancas do peito
De que vale teres a lua e o céu inteiro para voar
Se não tens ninguém a quem te poder dar"
04/03/2007
20/02/2007
31/01/2007
AUSÊNCIA

« Num deserto sem águaNuma noite sem luaNum país sem nomeOu numa terra nua...Por maior que seja o desesperoNenhuma ausência é mais funda do que a tua.»
Sophia de Mello Breyner Andresen
04/01/2007
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